Malafaia critica “PL das fake news” e senadores evangélicos que votaram a favor

Malafaia critica
Reprodução: Google

O pastor Silas Malafaia utilizou suas redes sociais para protestar contra o Projeto de Lei 2.630/2020, popularmente batizado como “PL das fake news”, que foi aprovado na última terça-feira (30) pelo Senado Federal.

Segundo o líder da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, o PL coloca em risco a liberdade de expressão da população brasileira, visto que a proposta, supostamente, visa monitorar a qualidade das publicações nas redes sociais, a fim de coibir a disseminação de notícias falsas e discursos de ódio.

“Absurdo dos absurdos! O Senado aprovou a Lei das Fake News, uma verdadeira mordaça e censura ao povo brasileiro. Sua liberdade de expressão sendo cassada. Sabe a quem interessa isso? À esquerda que perdeu poder nas redes sociais e à imprensa que perdeu o domínio da informação!”, disse o pastor em um vídeo gravado recentemente.

Uma vez aprovado no Senado, o PL 2.630/2020 seguirá para a Câmara dos Deputados, onde será apreciado pelos deputados, podendo ser rejeitado. Malafaia acredita que às bancadas religiosas no Congresso deverão barrar o texto, diferentemente do que o correu no Senado, onde a medida foi aprovada por 44 votos a favor e 32 contra.

“Eu acredito que as Bancadas Evangélica, Católica, Rural e da Bala vão enterrar essa safadeza. É bom pra gente ver quem são as pessoas. Senadores da direita fazendo jogo da esquerda. Cambada de otários! Que vergonha votar junto desses esquerdopatas”, afirmou Malafaia.

Senadores favoráveis

O pastor Silas Malafaia também utilizou o potencial das ruas redes, onde concentra milhões de seguidores, para criticar alguns dos senadores que votaram a favor do “PL das fake news”, em particular os evangélicos.

“A senadora Daniella Ribeiro, lá da Paraíba, não votem nunca mais nela. Eliziane Gama, do Maranhão, e o senador Marcos Rogério, de Rondônia, que vergonha. Está aí a lista. Grave essa lista, aí está a lista de quem votou a favor dessa pouca vergonha e dessa safadeza”, criticou.